QUADRILHA MASSACARÁ!!!!!!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Resultado do 4º Encontro Estudantil de Matemática da cidade de Carmópolis

No último sábado foi realizado no Povoado de Aguada o 4º Encontro Estudantil de
Matemática da cidade de Carmópolis. O Encontro foi um sucesso com presenças de alunos de toda rede de ensino municipal, estadual e particular. Com o tema: "Sem Matemática ninguém tem Saúde" marcaram ponto no evento: a Prof. de Geografia Maria José, a estudante de enfermagem a sra. Tatiane Góes, a herbária da Farmácia Viva D. Letícia, o médico sr. Fabrício, representante da Secretaria de Saúde a srta. Jocasta Oliveira e o sr. Júnior gerente da Gold Special.

O Dia foi marcado com muita alegria, diversão e aprendizagem tivemos apresentações das turmas com: Um dia de ginástica na sala de aula, combate contra a dengue, serviços de vigilância sanitária, esporte na escola, apresentação de cardápio com pratos de alimentação e bebidas naturais, Grupos de danças e apresentações sobre Hipertensão, DST, Saúde Mental e Saúde Bucal. Essas foram as tarefas cumpridas por todas as equipes participantes.

Mas o ponto alto do Encontro foi a disputa nas tarefas de provas de conhecimentos matemáticos, "as tarefas que fizeram a diferença" foram: Provas com respostas alternativas sobre conhecimentos Matemático e Saúde, prova do peso e a formação de TANGRAM.

Abaixo o resultado geral do 4º Encontro Estudantil de Matemática da Cidade de Carmópolis.
Dê um clique na tabela acima para ampliar

Queremos agradecer a participação de Ângela do SESP, D. Maria Amália, Sr. Vavá e D. Valeida filha de D. Lourdes de Aguada. Agradecemos também a presença de Luciana Andrade que deu total apoio nesse encontro.

Um abraço e até o 5º Encontro no próximo ano...


quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Quadrilheiros do Brasil faz homenagem as Quadrilhas de Sergipe...


As Quadrilhas de Sergipe, pois não importa o nome da sua ou do Meu Xodó, e se é Retirantes do Sertão ou Cangaceiros da Boa ou até mesmo Abusados, venha de onde vier, pois só nós sabemos a sensação de ser dessa Terra, de ser Pioneiros da Roça , onde a Assum Preto pode cantar e voar livre, e lindas Noites Sertanejas, trazem a alegria pra um Coração Nordestino, que roga aos céus sem deixar Apagar a Fogueira de São João.


Pois esperamos o ano todo pro São João chegar, e não importa se seu nome é Batista, Pedro ou João, ou se todos lhe conhecem como o Pé Duro, você esta aqui apenas pra mostrar a emoção de fazer acontecer na Rua de São João, que Pega Fogo e se apaga a cada ano que se passa...


Nunca esquecendo das nossas origens, origens essas que nos faz alegre em ouvir o canto dos pássaros Unidos em Asa Branca gritar que Tobias Barreto está mais Ciganinha do que nunca, e o Arrasta Pé do Rala Rala no Arraiá do Balança Mas não Cai ao som de Matruz Com Leite e Calcinha Preta!


Por isso, chame as Crianças, os Adultos, sem esquecer a Terceira Idade da Século XX, por que o balão solta Beijo e já esta Pingando Fogo, e a Cumade Maria com Fogo na Saia já está vindo pra Maracangaia de Chapéu de Couro pra dançar e Bailar Conosco a noite inteira, com seu vestido rodado de Retalhos Nordestinos para a noite nunca terminar, e se o amor estiver no Ar, chamamos a Massacará.


Se você é quadrilheiro de Sergipe ou de qualquer lugar ou tem um Xodó na Vila e sente o verdadeiro Amor Junino, em qualquer Estação, trago lhe Rosa Dourada que vive o São João nesta Terra do Sol, lembrando sempre da Asa Branca de Luiz Gonzaga com a sua Sanfona Branca, agradecendo a São João de Deus por todos os Filhos da Terra, ressalto que lá no Pé de Serra tem uma Flor da Serra onde existe uma Luz no Candeeiro que ilumina a Minha Deusa onde todos juntos gritão Forrobodó que festança boa!!!!


Michael Helry




Linda homenagem... A Família Massacará agradece de coração a equipe que forma o site: "QUADRILHEIROS DO BRASIL" pelo imenso carinho que existe pelas quadrilhas juninas de Sergipe!!!!


Valeu!!!!!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O 4º Encontro Estudantil de Matemática

O 4º Encontro Estudantil de Matemática acontece em Carmópolis.

Com o tema “ Sem Matemática ninguém tem saúde”, o 4° Encontro Estudantil de Matemática da cidade de Carmópolis, tem o objetivo de mostrar um conceito de ensino na disciplina de Matemática sustentado em temas de interesse popular.”Sabemos que a matemática tem sido uma das disciplinas de mais difícil assimilação por parte dos alunos. Ensinar matemática é desenvolver o raciocínio lógico, estimular o pensamento independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas, afirma a professora Elizabeth Soares Souza organizadora do evento. O encontro acontecerá dia 25 de setembro, na Quadra Poliesportiva em Aguada. Este dia é comemorado o Dia Mundial do Coração.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Carmópolis completa 88 anos de Emancipação Política

A gestão “ Carmópolis de Todos”, realiza mais uma festa de aniversário da cidade. Este ano serão dois dias de muita alegria e cidadania. Dias 15 e 16 de outubro, a cidade contará com duas programações: a cívica e a social. Segundo o secretário de cultura e turismo Alexandre Magalhães, “ a festa será uma das mais bem elaboradas pela pasta, e os 88 anos representa o desenvolvimento e o desentrave a velhas instituições. Estamos numa nova era, em pleno desenvolvimento. Carmópolis se desenha na administração da prefeita Esmeralda e ela já faz parte da nossa história, conclui.

Conheça a nossa história

Rancho foi o nome primitivo de Carmópolis. Seu nascimento como povoado data do fim do período Colonial e início do Império resultando de um simples ponto de parada de feirantes; estes aí se reuniam para atravessar em grupo a antiga mata do Bonsucesso, onde havia mocambos de escravos fugidos dos engenhos da Cotinguiba, que com freqüência atacavam os viandantes.

A denominação posterior de Carmo, tem sua origem provável na influência dos Padres Carmelitas da Missão de Japaratuba, os quais, segundo D.Marcos de Souza - Memória da Capitania de Sergipe - 1808, visitaram "as correntes dos dois famosos Japaratuba, dos dois deliciosos Lagartixos e do puro Siriry. Todos estes rios deságuam no mar, quatro léguas abaixo da Missão de Nossa Senhora do Carmo".

Do magnífico subsídio de D.Marcos de Souza à História de Sergipe, em que localizava a "Missão de Nossa Senhora do Carmo" quatro léguas acima da atual povoação de Pirambu, na barra do Japaratuba, tira-se a conclusão de que nenhuma dúvida pode ser suscitada quanto à passagem dos Carmelitas por Carmópolis, quando a atual cidade não passava de incipiente povoação. Data dessa época a construção da Igreja de Santana do Massacará, situada a pequena distância de Carmópolis.

O Município, criou-o a Lei estadual n.° 795, de 23 de outubro de 1920, com território desmembrado do de Rosário; a criação do distrito deve-se à de n.° 819, de 7 de novembro de 1921. Instalado em 1.° de janeiro de 1923, figura o Município de Carmo, em 1933, com um só distrito.
Decreto-lei estadual n.° 377, de 31 de dezembro de 1943, modificou para Carmópolis o topônimo do Município e do distrito. Até a presente data permanece o Município de Carmópolis com o distrito único da sede. É Termo vinculado à Comarca de Japaratuba.


Confira a nossa programação social na Praça de Eventos


Dia 15 de outubro:
Amado Batista
Maria Cecília e Rodolfo
Netinho


Dia 16 de Outubro:
Na Praça de Eventos: Danilo e Diego
Forró do Muído
Harmonia do Samba



Dia 17 de Outubro: Às 16 horas- Arrastão com Marreta you Planeta.




AQUI QUEM GANHA O PRESENTE É VOCÊ!!!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Semana da Independência do Brasil!!!!!!!

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico

Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de
Portugal e proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."

O Processo de Independência

Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas
de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.

Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

Pós Independência

Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-
colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.

Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a
escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Carmópolis, um canteiro de obras


“São dez obras em andamento. Estamos fazendo o estádio de futebol do povoado Aguada, o mais bem estruturado de todo o Estado de Sergipe, uma praça está sendo construída onde ficava a antiga rodoviária, o espaço “Bem Viver”, o Monte Carmelo que vai trazer o turista de volta a Carmópolis, com certeza uma das minhas maiores obras, a reforma e construção do Hospital Municipal e de um Centro Cirúrgico, o Centro de Especialidades Médicas com uma base do Samu no Município, a nova rodoviária, o campo do Estádio Idalito Oliviera, a Escola Municipal da Palmeira, o campo de futebol society com quadra poliesportiva no Feijão Andú . Carmópolis se tornou um grande canteiro de obras”, afirma a gestora Esmeralda Cruz”. “ No início da gestão comecei pelo social e faço um trabalho nunca visto em Carmópolis. Aumentei o número de cestas básicas e melhorei consideravelmente a qualidade dos produtos, criamos o Bolsa Amiga no valor de 80 reais mensal para famílias carentes e já temos 800 beneficiados, O Carmópolis Alfabetizado acaba de formar 236 alfabetizandos que não são mais analfabetos e durante todo o período de aulas receberam 80 reais mensal como incentivo, são mais de 200 bolsas universitárias, criei o plano de saúde livre escolha e sem desconto de um centavo sequer em folha para todos os funcionários públicos, teremos a bolsa pós-graduação para a área de educação, criei o “Programa a “Prefeitura nos Bairros” aproximando a comunidade da gestão. Só tenho 1 ano e oito meses à frente da administração na avaliação popular venho cumprindo com o que prometi, conclui a prefeita.
Fonte: luciana dias andrade lu-jornalismo@hotmail.com
NOTICIAS/ASCOM/LUCIANA ANDRADE‏

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A violência contra a mulher é combatida em Carmópolis

Um dos maiores problemas que a família enfrenta no seu cotidiano é a violência contra a mulher. Um fato que acontece em diversas classes sociais e independe de raça e condição social. Além de agressões físicas a violência pode ser moral e psicológica. Acontece na comunidade, no local de trabalho e no próprio seio familiar, que em números é mais constante.

A gestão “Carmópolis de Todos”, criou a Coordenadoria de Políticas Públicas para as mulheres, que vem criando condições para que a mulher sinta-se amparada legalmente nos seus direitos. A coordenadoria é uma extensão da estadual e no município tem sede própria com profissionais qualificados para combater este mal que causa adoecimento e sofrimento entre as mulheres. “ O silêncio é pior forma de combater este mal. A vítima não pode ter medo, estamos com atendimento psicológico e jurídico no Centro Administrativo onde temos uma estrutura técnica para atendermos a quem necessite de ajuda, diz a coordenadora municipal Rosângela Mesquita. É um trabalho inovador e de grande valia. Temos uma gestora mulher, sensível a estas causas, conclui a coordenadora.

Nos atendimentos às mulheres do município de Carmópolis, existe um grande número de problemas que iniciam com a família. Pais que rejeitam seus filhos, filhos que agridem suas mães por conta do uso de drogas, mulheres que lutam por uma pensão alimentícia para o menor, mulheres que são agredidas pelos companheiros alcoolizados. O amparo é necessário e impede que outras pessoas sofram violência.

Procurar ajuda

Nos casos de violência sexual é de extrema importância chegar ao serviço de atendimento em até 72 horas, prevenindo assim as doenças sexualmente transmissíveis, hepatite B, uma gravidez indesejada e até se necessário um encaminhamento a uma casa-abrigo. “ Qualquer violência contra a mulher, seja física, psicológica ou sexual deve ser combatida vorazmente. O silêncio, a vergonha e o medo já acabaram com muitas vidas. E não mediremos esforços para aplicar a Lei Maria da Penha nos casos em que a lei nos dá autoridade”, afirma advogada Beth Maia, assessora jurídica da coordenadoria.

Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres do município:

3277 1506/3277 1263


Fonte: Luciana Andrade - Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Carmópolis.

CURIOSIDADES FOLCLORICAS...

VOCÊ SABIA?


- É comemorado com eventos e festas, no dia 22 de Agosto, aqui no Brasil, o Dia do Folclore.

- Em 2005, foi criado do Dia do Saci, que deve ser comemorado em 31 de outubro. Festas folclóricas ocorrem nesta data em homenagem a este personagem. A data, recém criada, concorre com a forte influência norte-americana em nossa cultura, representanda pela festa do
Halloween - Dia das Bruxas.

- Muitas festas populares, que ocorrem no mês de Agosto, possuem temas folclóricos como destaque e também fazem parte da
cultura popular.


Você costuma...
- Dar um susto em alguém para fazer o soluço passar?
- Desviar para não passar debaixo de uma escada?
- Ter medo do lobisomem em noite de Lua cheia?
- Comemorar o Carnaval?
- Comer milho verde na festa junina?


Então saiba que tudo isso é folclore!


- São muitas as lendas e mitos do folclore brasileiro, elas se repetem e adaptam entre as regiões, citamos algumas das mais conhecidas:


* Região Sul – Negrinho do Pastoreiro, Boitatá, Curupira;
* Região Centro-Oeste – Lobisomem, Saci-Pererê, Ramãozinho;
* Região Norte – Iara, Curupira, da Vitória-Régia;
* Região Sudeste – Lobisomem, Mula-sem-Cabeça, Iara;
* Região Nordeste – Barba-Ruiva, Alamoa, Bicho-Homem.


terça-feira, 10 de agosto de 2010

Série: FOLCLORE BRASILEIRO (Parte IV)

BRINCADEIRAS, TRAVA-LÍNGUAS E PARLENDAS DO NOSSO FOLCLORE...


Além dos contos, danças, festas e lendas, o folclore brasileiro é marcado pelas tradicionais brincadeiras. As brincadeiras folclóricas são aquelas que passam de geração para geração. Muitas delas existem há décadas ou até séculos. Costumam sofrer modificações de acordo com a região e a época, porém, a essência das brincadeiras continua a mesma da origem.
Grande parte das brincadeiras folclóricas envolve disputas individuais ou em grupos. Possibilitam também a integração e o desenvolvimento social e motor das crianças. A preservação destas brincadeiras é muito importante para a manutenção da cultura folclórica. Por isso, são muito praticadas, principalmente, durante o mês de agosto que é destinado ao folclore.

Amarelinha, Chicotinho queimado, Cabo de Guerra, Dança da cadeira, Passar o anel, Batata quente e outras, são brincadeiras folclóricas, jamais dispensadas ao mundo das crianças. Por que não proporcionar a elas estas atividades, se podem ajudá-las nas condutas morais, psíquicas e físicas.

AMARELINHA

Brincam quantas crianças quiserem e cada uma tem sua pedra. Quando não disputam na fórmula de escolha gritam: - Primeira! (será a primeira a começar) Segunda! Quem falar em segundo lugar será a segunda, assim
sucessivamente. Desenham-se no chão as quadras da amarelinha, começando com o céu, 123456789 e 10 e inferno.1) joga se a pedra na 1ª quadra, não podendo pular nela. Vai com um pé só nas casas de uma quadra e com os dois pés no chão, na quarta e quinta casa, sétima e oitava, no céu e inferno.2) Segunda etapa: Chutinho. Vai se chutando a pedra que foi jogada perto, antes da amarelinha, com um pé só - deve começar tudo desde a quadra 1. A pedra não pode bater na risca, se errar passa para outra criança até chegar sua vez novamente.3) Na terceira etapa, joga-se sem pedra. Com os olhos vendados diz - queimou? As outras respondem: - Não. Assim casa por casa até sua vez. Também na terceira casa é com um pé só. E os dois pés na 4ª e 5ª casas.4) Quarta etapa: tirar casa - de costas joga-se a pedra para traz, onde cair, essa Casa será excluída. Risca-se com giz a mesma, podendo pisar nela com os dois pés.

CABO DE GUERRA

Você conhece uma expressão que diz: " A união faz a força"? Com esta brincadeira você e seus amigos vão testar quem tem mais força e mais união.Para brincar de "cabo-de-guerra", vocês precisarão de uma corda.Primeiro, escolham um espaço e tracem uma linha no chão para dividi-lo ao meio. As crianças
devem ser separadas em dois times, sendo que cada time fica com um lado do espaço. Os participantes ficam em fila e todos seguram na corda. Posicionem a corda conforme o desenho ao lado.Alguém de fora dos grupos dá um sinal para começar a partida. Ele será também o juiz que fiscalizará o jogo de forças.Os participantes devem puxar a corda, até que uma das equipes ultrapasse a linha no chão.Serão vencedores aqueles que puxarem toda a equipe adversária para o seu espaço.

CABRA-CEGA

(Também conhecido por cobra-cega, pata-cega, galinha-cega)Todo mundo forma uma roda e fica de mãos dadas. Quem for escolhido para ser a cabra-
cega fica com os olhos vendados e vai para o meio da roda. A cabra tem de agarrar alguém da roda, que não pode ficar parada: quem estiver do lado para onde a cabra estiver indo foge, quem está do outro lado avança. Se a cabra-cega for esperta, consegue pegar alguém que está atrás dela. Se a corrente da roda quebrar, o jogador que estiver do lado esquerdo de quem soltou a mão fica sendo a cabra, e a brincadeira começa de novo.

BRINQUEDO DE ESCONDER

Uma criança encosta-se a um muro de olhos fechados; as demais vão dando-lhe uma palmada dizendo:

Maria Macundê. Bate no.... E vai-te escondê.Cada qual procura esconder-se da melhor maneira e do esconderijo grita:-"Já!". E a Maria Macundê sai a procura de suas companheiras. À primeira encontrada ela diz:-"Estica tica" e essa a substitui.

JOGO DO PIÃO

O que é o que é?
Para andar se bota a corda
Para andar se tira a corda
Porque com corda não anda
Sem corda não pode andar

O pião é o brinquedo mais antigo que se conhece. Plínio e Virgílio em suas obras já comentavam a popularidade do pião entre as crianças romanas, mas acredita-se que o pião já foi brinquedo praticado pelos homens pré-históricos.Tudo indica que os portugueses divulgaram esse jogo nos primeiros tempos da colonização brasileira. A existência do pião em Portugal, em tempos passados, é confirmada por Teófilo Braga, no Cancioneiro de Resende e nas Ordenações Afonsinas, que cita, entre alguns jogos de sociedade do século XV, o pião:É o jogo do piam Favor se lhe de voar. (apud Lima, 1966, p. 275)Para brincar com o pião é só enrolar uma corda da ponta ao corpo do pião, segurando uma ponta. Depois, é só atirar o pião em direção ao chão, desenrolando o barbante de um impulso só. O brinquedo cai no chão rodopiando e assim permanece durante um bom tempo. Você pode ampará-lo com a mão, para que ele passe a girar sobre a palma ou mesmo sobre o seu dedo.
Agora, vamos brincar???



Trava-línguas


Trata-se de uma modalidade de Parlenda. É uma arrumação de palavras sem acompanhamento de melodia, mas às vezes rimada, obedecendo a um ritmo que a própria metrificação lhe empresta. A finalidade é entreter a criança, ensinando-lhe algo. No interior, aí pela noitinha, naquela hora conhecida como “boca da noite”, as mulheres costumam brincar com seus filhos ensinando-lhes parlendas, brinquedos e trava-línguas. Uma das mais comuns é a elas ensinam aos filhos apontando-lhes os dedinhos da mão – Minguinho, seu vizinho, pai de todos, fura bolo e mata piolho. Cascudo (Literatura Oral no Brasil , 1984 ) incluiu o trava - língua nos contos acumulativos , seguindo a classificação de Antti Aarne / Stith Thompson , com o que não concorda Almeida ( Manual de coleta folclórica , 1965 ) , dizendo que os trava-línguas muitas vezes não são estórias , mas jogos de palavras difíceis de serem pronunciadas. São antes brincadeiras . Todos os trava-línguas são propostos por fórmulas tradicionais, como : ''fale bem depressa ''; ''repita três vezes '' ; ''diga correndo '', e similares. O importante no trava-língua é que ele deve ser repetido de cor , várias vezes seguidas e tão depressa quanto possível . Lido, e devagar, perde a graça e a finalidade


Parlendas
são conjuntos de palavras com arrumação rítmica em forma de verso, que podem rimar ou não. Geralmente envolvem alguma brincadeira, jogo, ou movimento corporal.


Alguns trava-línguas:

O peito do pé do pai do padre Pedro é preto.
A babá boba bebeu o leite do bebê .
O dedo do Dudu é duro.
A rua de paralelepípedo é toda paralelepipedada.
Quem a paca cara compra , cara a paca pagará.
O Papa papa o papo do pato .
Farofa feita com muita farinha fofa faz uma fofoca feia.
Norma nina o nenê da Neuza.
A chave do chefe Chaves está no chaveiro.
Sabia que a mãe do sabiá sabia que sabiá sabia assobiar?
Um limão , dois limões , meio limão.
É muito socó para um socó só coçar!
Nunca vi um doce tão doce como este doce de batata-doce!
padre pouca capa tem, pouca capa compra .
Chega de cheiro de cera suja !
É preto o prato do pato preto.
Bagre branco ; branco bagre.
Um tigre , dois tigres , três tigres.
Três tristes tigres trigo comiam .


Algumas parlendas:


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Série: FOLCLORE BRASILEIRO (Parte III)

Cantigas de Roda – Cirandas

As cantigas de roda, também conhecidas como cirandas são brincadeiras que consistem na formação de uma roda, com a participação de crianças, que cantam músicas de caráter folclórico, seguindo coreografias. São muito executadas em escolas, parques e outros espaços frequentados por crianças. As músicas e coreografias são criadas por anônimos, que adaptam músicas e melodias. As letras das músicas são simples e trazem temas do universo infantil.

Alguns exemplos de cantigas de roda:


Capelinha de melão; Caranguejo não é peixe; Atirei o pau no gato; Ciranda cirandinha; Escravos de Jó e outras...


Músicas do Folclore Brasileiro


O que são??


As músicas do folclore brasileiro são canções populares, muitas de autores desconhecidos do interior do Brasil, que são transmitidas de geração para geração através dos tempos. Parte importante da cultura popular, são usadas como o objetivo lúdico (envolvendo jogos e brincadeiras) ou para pura diversão. Possuem letras simples e com muita repetição, características que facilitam a memorização. Estas músicas são mais populares nas regiões do interior do Brasil e costumam apresentar como temas principais situações do cotidiano (amor, namoro, casamento, relacionamentos, etc.). Algumas letras também envolvem personagens do folclore brasileiro. As músicas folclóricas brasileiras são quase sempre acompanhadas pelo som de uma viola caipira ou de violão.

Ao longo da nossa história muitas formas de compor melodias, harmonias e ritmos foram inventadas. A maioria foi importada de diferentes países e transformada com criatividade pelos músicos brasileiros.


Distribuição da Música Folclórica


As danças folclóricas brasileiras e os gêneros musicais que as acompanham ocorrem, praticamente, em todo o território brasileiro. No entanto, para facilitar a localização dessas manifestações culturais, o historiador Câmara Cascudo, em seu livro Dicionário do Folclore Brasileiro, divide as atividades musicais por área de predominância.

Área do boi-bumbá: O boi-bumbá ocorre durante as festas de São João no Amazonas e Pará. O boi feito de pau e pano é conduzido por dois personagens – Pai Francisco e Mãe Catirina – e acompanhado por rabecas, espécie de violinos populares, e cavaquinhos. Nos arredores de Belém também acontece o carimbó, outra dança da região que é acompanhada de palmas e sapateados.

Área do samba: O samba ocorre na zona agrícola da Bahia e nos estados do Sudeste. O gênero reúne várias danças e é caracterizado pelo uso de instrumentos de percussão. O jongo, dança de roda, e o candomblé também são comuns nessa área. Nos jongos do interior paulista é comum o uso de atabaques menores chamados condongueiros.

Área da moda de viola: A moda de viola caracteriza-se pela constância do canto, pelo emprego de duas vozes, pela frouxidão do ritmo musical e pelo uso da viola. A viola foi o primeiro instrumento de cordas português divulgado no Brasil. Pandeiro, tamboril e flauta eram os outros instrumentos que compunham a orquestra jesuíta. A viola é o grande instrumento da cantoria sertaneja do interior de Paraná, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Área do fandango: Gênero musical de forte ocorrência no litoral sul do país, o fandango vem das velhas danças sapateadas e palmeadas. Em todo o país o baile também chamado de marujada é representado no Natal com personagens vestidos de marinheiro. A música, de influência européia, é executada por orquestra de rabeca, violão, viola, cavaquinho e banjo.

Área da cantoria: Essa é uma manifestação cultural do sertão nordestino, onde se usam a rabeca e a viola para acompanhar louvações improvisadas e desafios poéticos musicais

Área do coco: Essa é uma dança ritmada do litoral nordestino baseada na percussão de palmas e no canto coral curto. Antigamente, era dançada nos salões da sociedade em Alagoas e Paraíba. São utilizados no coco instrumentos de percussão – cuícas, pandeiros e ganzás.

Área dos autos: Auto é o nome dado aos enredos populares que tratam de assuntos religiosos ou profanos. Alagoas e Sergipe são os núcleos principais dos folguedos populares (fandangos e cheganças); dos congos e quilombos, de origem africana; dos caboclinhos e caiapós, manifestações de temática indígena; e do bumba-meu-boi de formação cabocla. O bumba-meu-boi do Nordeste vai às ruas durante as festas de Natal e Ano-Novo.

Área da modinha: Muito comum nos centros urbanos, esse ritmo compreende música instrumental, como choros. São utilizados instrumentos de sopro (flauta ou clarinete), cavaquinhos e violões. O choro foi um dos ritmos que mais contribuíram para a fixação da música carioca. Conjuntos de flauta, bandolim, clarinete, violão, cavaquinho, pistão e trombone marcaram a boêmia carioca nos últimos anos do século XIX e primeira década do século XX.


Danças Folclóricas do Brasil


As danças sempre foram um importante componente cultural da humanidade. O
folclore brasileiro é rico em danças que representam as tradições e a cultura de uma determinada região. Estão ligadas aos aspectos religiosos, festas, lendas, fatos históricos, acontecimentos do cotidiano e brincadeiras. As danças folclóricas brasileiras caracterizam-se pelas músicas animadas (com letras simples e populares) e figurinos e cenários representativos. Estas danças são realizadas, geralmente, em espaços públicos: praças, ruas e largos.

Principais danças folclóricas do Brasil

Samba de Roda
Estilo musical caracterizado por elementos da cultura afro-brasileira. Surgiu no estado da Bahia, no século XIX. É uma variante mais tradicional do samba. Os dançarinos dançam numa roda ao som de músicas acompanhadas por palmas e cantos. Chocalho, pandeiro, viola, atabaque e berimbau são os instrumentos musicais mais utilizados.
Maracatu
O maracatu é um ritmo musical com dança típico da região pernambucana. Reúne uma interessante mistura de elementos culturais afro-brasileiros, indígenas e europeus. Possui uma forte característica religiosa. Os dançarinos representam personagens históricos (duques, duquesas, embaixadores, rei e rainha). O cortejo é acompanhado por uma banda com instrumentos de percussão (tambores, caixas, taróis e ganzás).

Frevo
Este estilo pernambucano de carnaval é uma espécie de marchinha muito acelerada, que, ao contrário de outras músicas de carnaval, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto os dançarinos se divertem dançando. Os dançarinos de frevo usam, geralmente, um pequeno guarda-chuva colorido como elemento coreográfico.


Baião
Ritmo musical, com dança, típico da região nordeste do Brasil. Os instrumentos usados nas músicas de baião são: triângulo, viola, acordeom e flauta doce. A dança ocorre em pares (homem e mulher) com movimentos parecidos com o do forró (dança com corpos colados). O grande representante do baião foi Luiz Gonzaga.


Quadrilha
É uma dança típica da época de festa junina. Há um animador que vai anunciando frases e marcando os momentos da dança. Os dançarinos (casais), vestidos com roupas típicas da cultura caipira (camisas e vestidos xadrezes, chapéu de palha) vão fazendo uma coreografia especial. A dança é bem animada com muitos movimentos e coreografias. As músicas de festa junina mais conhecidas são: Capelinha de Melão, Pula Fogueira e Cai,Cai balão.
As danças folclóricas evoluíram de várias maneiras a partir de antigos rituais mágicos e religiosos. No Brasil, as danças folclóricas resultaram da fusão das culturas portuguesa, negra e indígena. No Brasil existem diversos tipos de danças: Ticumbi, Pastoris, Marujada, Marabaixo, Lundu, Fandango, Dança do Carimbó, Batuque e etc.

Fontes: http://www.potyguar.com.br/folclore/index_arquivos/dancasfolcloricas.htm;

http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/musicalizacao/folcloricas.h]

www.supersitesdaweb.com/folclore_brasileiro.htm

No último post sobre a série Folclore Brasileiro apresentaremos um pouco da história: Brincadeiras do folclore e Trava línguas. Aguardem!!!!!!



sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Série: FOLCLORE BRASILEIRO (Parte II)

Agora conheceremos algumas lendas, mitos e contos folclóricos do Brasil.
Histórias tradicionais transmitidas oralmente que reúnem lendas, anedotas e mitos de criação coletiva. No Brasil, seus principais personagens têm origem indígena ou européia.

Lendas e Mitos Folclóricos




Saci-Pererê


O saci pererê é representado por um menino negro de uma perna só, que vive por ai pulando e fumando seu cachimbo, além disso o Saci sempre está usando seu gorro vermelho. O saci adora aprontar travessuras, como acordar pessoas, assustar cavalos e queimar comida.







Curupira

O Curupira é um protetor da mata e dos animais selvagens, ha quem diga que o curupira é o duende brasileiro. No geral o curupira é pequeno, tem cabelos grandes e pés virados ao contrário.




Mula-sem-cabeça

Uma mulher tinha um romance com um padre, como castigo nas noites de quinta para sexta-feira, ela se transformava em uma animal, para ser mais especifico ela se transformava em uma mula que não tinha cabeça. Por isso ela ganhou o nome de mula-sem-cabeça.


Caipora

Segundo a mitologia tupi, é um personagem das florestas que tem o poder de atrapalhar os negócios de quem o vê. Quando um projeto sai errado, se diz que seu autor viu o Caipora, ou Caapora. Em algumas regiões, é um indiozinho de pele escura. Em outras, uma indiazinha feroz. É descrito também como criança de uma perna só e cabeça enorme.



Boitatá

É provavelmente o personagem mais antigo do Folclore brasileiro, a lenda do boitatá foi criada pelos indíos do nordeste. Os primeiros relatos do boitatá são do ano de 1560. Como o curupira, o boitatá também é defensor das florestas e dos animais selvagens. O boitatá é representado por uma cobra de fogo capaz de perseguir e matar aqueles que fazem mal aos animais e à floresta.




Matintapereira

Segundo a mitologia tupi, é uma pequena coruja que canta à noite para anunciar a morte próxima de uma pessoa. Descrevem-na também como mulher grávida que deixa o feto na rede de quem lhe nega fumo para o cachimbo.



Lobisomem

Numa noite de lua cheia, um homem foi atacado por um lobo porém ao invés de morrer este homem desenvolveu a capacidade de se transformar em Lobisomem (Meio Lobo, meio Homem), nas noites de lua cheia, o Lobisomem só pode ser morto por um tiro de bala de prata. O lobisomem não é parte apenas do folclore brasileiro, está lenda está presente em várias partes do mundo.



Cuca

Velha feia que ameaça crianças desobedientes, em especial as que não querem dormir à noite. Personagem que apresenta influência do mito da bruxa, de origem européia.



Iara

Iara é uma lenda brasileira de origem indigena, segundo esse lenda, Iara era uma excelente guerreira e sempre era elogiada por seu pai, seus irmãos tinham ciúmes e então decidiram matá-la. Ela ficou sabendo do plano e matou seus dois irmãos e fugiu, seu pai a capturou e como castigo a jogou no Rio Solimões, os peixes que ali estavam a salvaram e como era noite de lua cheia Iara se transformou em sereia. Com seu belo canto Iara atrai navegadores até o fundo dos rios de onde eles nunca mais conseguem sair, os que escapam ficam loucos pelos encantos da sereia. E somente um ritual realizado por um pajé pode remover esse encanto. Iara é também conhecida como Mãe-D´agua.



Negrinho do pastoreio

Na tradição gaúcha, uma espécie de anjo bom, ao qual se recorre para achar objetos perdidos ou conseguir graças. É a alma de um negrinho escravo que o dono da estância puniu injustamente, açoitando-o e depois amarrando-o sobre um formigueiro. No dia seguinte seu corpo aparece intacto, como se não tivesse sofrido nenhuma picada, e sua alma passa a vaguear pelos pampas.



Boto

Mito amazônico. À noite aparece como um rapaz bonito, bem-vestido, boêmio e ótimo dançarino. Nos bailes, encanta as moças, leva-as para riachos afluentes do Rio Amazonas e as engravida. Por isso é tido como o pai das crianças de paternidade ignorada. Antes do amanhecer, mergulha no rio e se transforma em boto. Chamado também de boto tucuxi.

Além dessas figuras folcloricas, outros personagens estão presentes no folclore brasileiro: Corpo-seco, Pisadeiro e Mãe-de-ouro.Existem muitas outras lendas folcloricas, porém elas variam de região para região.


No próximo post apresentaremos um pouquinho sobre cantigas de roda, danças e músicas folclóricas... é aí onde falaremos um pouquinho sobre a Quadrilha Junina...