

Grande Promoção "Quero estar com meu ídolo"
Mais uma vez a Gestão “Carmópolis de Todos” em
parceria com a Assessoria de Comunicação (Ascom), realizará seu sonho. Com uma vasta programação a Festa de Emancipação Política conta com artistas renomados, a exemplo de Netinho, Maria Cecília e Rodolfo, Amado Batista, Diogo e Danilo. Forró do Muído, Harmonia do Samba e Marreta You Planeta. Como forma de prestigiar os fãs calorosos, seu artista preferido vai poder
acompanhá-lo num jantar e durante sua trajetória no camarim e show.
A promoção vai reunir mais de 10000 fãs em torno da grande expectativa da festa de aniversário da cidade. O fã escreve para a Assessoria de Comunicação, com carta endereçada para Avenida Otávio Acyole Sobral, 154, Centro. Escreva no envelope: “Quero estar com meu ídolo”. Coloque seu nome, endereço, telefone e o nome do artista. A partir daí é só aguardar. Os fãs podem escrever quantas cartas quiserem. .jpg)
O sorteio será dia 14 de outubro às 13:00 com cobertura da Ouro Negro FM.
Carmópolis faz aniversário e quem ganha o presente é você. Participe!


raciocínio lógico, estimular o pensamento independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas, afirma a professora Elizabeth Soares Souza organizadora do evento. O encontro acontecerá dia 25 de setembro, na Quadra Poliesportiva em Aguada. Este dia é comemorado o Dia Mundial do Coração.
AQUI QUEM GANHA O PRESENTE É VOCÊ!!!
A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.O Processo de Independência
Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas
de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.
O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.
Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.
Pós Independência
Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.
Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

“São dez obras em andamento. Estamos fazendo o estádio de futebol do povoado Aguada, o mais bem estruturado de todo o Estado de Sergipe, uma praça está sendo construída onde ficava a antiga rodoviária, o espaço “Bem Viver”, o Monte Carmelo que vai trazer o turista de volta a Carmópolis, com certeza uma das minhas maiores obras, a reforma e construção do Hospital Municipal e de um Centro Cirúrgico, o Centro de Especialidades Médicas com uma base do Samu no Município, a nova rodoviária, o campo do Estádio Idalito Oliviera, a Escola Municipal da Palmeira, o campo de futebol society com quadra poliesportiva no Feijão Andú . Carmópolis se tornou um grande canteiro de obras”, afirma a gestora Esmeralda Cruz”. “ No início da gestão comecei pelo social e faço um trabalho nunca visto em Carmópolis. Aumentei o número de cestas básicas e melhorei consideravelmente a qualidade dos produtos, criamos o Bolsa Amiga no valor de 80 reais mensal para famílias carentes e já temos 800 beneficiados, O Carmópolis Alfabetizado acaba de formar 236
alfabetizandos que não são mais analfabetos e durante todo o período de aulas receberam 80 reais mensal como incentivo, são mais de 200 bolsas universitárias, criei o plano de saúde livre escolha e sem desconto de um centavo sequer em folha para todos os funcionários públicos, teremos a bolsa pós-graduação para a área de educação, criei o “Programa a “Prefeitura nos Bairros” aproximando a comunidade da gestão. Só tenho 1 ano e oito meses à frente da administração na avaliação popular venho cumprindo com o que prometi, conclui a prefeita.
Um dos maiores problemas que a família enfrenta no seu cotidiano é a violência contra a mulher. Um fato que acontece em diversas classes sociais e independe de raça e condição social. Além de agressões físicas a violência pode ser moral e psicológica. Acontece na comunidade, no local de trabalho e no próprio seio familiar, que em números é mais constante. A gestão “Carmópolis de Todos”, criou a Coordenadoria de Políticas Públicas para as mulheres, que vem criando condições para que a mulher sinta-se amparada legalmente nos seus direitos. A coordenadoria é uma extensão da estadual e no município tem
sede própria com profissionais qualificados para combater este mal que causa adoecimento e sofrimento entre as mulheres. “ O silêncio é pior forma de combater este mal. A vítima não pode ter medo, estamos com atendimento psicológico e jurídico no Centro Administrativo onde temos uma estrutura técnica para atendermos a quem necessite de ajuda, diz a coordenadora municipal Rosângela Mesquita. É um trabalho inovador e de grande valia. Temos uma gestora mulher, sensível a estas causas, conclui a coordenadora.
Nos atendimentos às mulheres do município de Carmópolis, existe um grande número de problemas que iniciam com a família. Pais que rejeitam seus filhos, filhos que agridem suas mães por conta do uso de drogas, mulheres que lutam por uma pensão alimentícia para o menor, mulheres que são agredidas
pelos companheiros alcoolizados. O amparo é necessário e impede que outras pessoas sofram violência.
Procurar ajuda
Nos casos de violência sexual é de extrema importância chegar ao serviço de atendimento em até 72 horas, prevenindo assim as doenças sexualmente transmissíveis, hepatite B, uma gravidez indesejada e até se necessário um encaminhamento a uma casa-abrigo. “ Qualquer violência contra a mulher, seja física, psicológica ou sexual deve ser combatida vorazmente. O silêncio, a vergonha e o medo já acabaram com muitas vidas. E não mediremos esforços para aplicar a Lei Maria da Penha nos casos em que a lei nos dá autoridade”, afirma advogada Beth Maia, assessora jurídica da coordenadoria.
Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres do município:
3277 1506/3277 1263
Fonte: Luciana Andrade - Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Carmópolis.
sucessivamente. Desenham-se no chão as quadras da amarelinha, começando com o céu, 123456789 e 10 e inferno.1) joga se a pedra na 1ª quadra, não podendo pular nela. Vai com um pé só nas casas de uma quadra e com os dois pés no chão, na quarta e quinta casa, sétima e oitava, no céu e inferno.2) Segunda etapa: Chutinho. Vai se chutando a pedra que foi jogada perto, antes da amarelinha, com um pé só - deve começar tudo desde a quadra 1. A pedra não pode bater na risca, se errar passa para outra criança até chegar sua vez novamente.3) Na terceira etapa, joga-se sem pedra. Com os olhos vendados diz - queimou? As outras respondem: - Não. Assim casa por casa até sua vez. Também na terceira casa é com um pé só. E os dois pés na 4ª e 5ª casas.4) Quarta etapa: tirar casa - de costas joga-se a pedra para traz, onde cair, essa Casa será excluída. Risca-se com giz a mesma, podendo pisar nela com os dois pés.
devem ser separadas em dois times, sendo que cada time fica com um lado do espaço. Os participantes ficam em fila e todos seguram na corda. Posicionem a corda conforme o desenho ao lado.Alguém de fora dos grupos dá um sinal para começar a partida. Ele será também o juiz que fiscalizará o jogo de forças.Os participantes devem puxar a corda, até que uma das equipes ultrapasse a linha no chão.Serão vencedores aqueles que puxarem toda a equipe adversária para o seu espaço.
cega fica com os olhos vendados e vai para o meio da roda. A cabra tem de agarrar alguém da roda, que não pode ficar parada: quem estiver do lado para onde a cabra estiver indo foge, quem está do outro lado avança. Se a cabra-cega for esperta, consegue pegar alguém que está atrás dela. Se a corrente da roda quebrar, o jogador que estiver do lado esquerdo de quem soltou a mão fica sendo a cabra, e a brincadeira começa de novo.
Uma criança encosta-se a um muro de olhos fechados; as demais vão dando-lhe uma palmada dizendo:
O pião é o brinquedo mais antigo que se conhece. Plínio e Virgílio em suas obras já comentavam a popularidade do pião entre as crianças romanas, mas acredita-se que o pião já foi brinquedo praticado pelos homens pré-históricos.Tudo indica que os portugueses divulgaram esse jogo nos primeiros tempos da colonização brasileira. A existência do pião em Portugal, em tempos passados, é confirmada por Teófilo Braga, no Cancioneiro de Resende e nas Ordenações Afonsinas, que cita, entre alguns jogos de sociedade do século XV, o pião:É o jogo do piam Favor se lhe de voar. (apud Lima, 1966, p. 275)Para brincar com o pião é só enrolar uma corda da ponta ao corpo do pião, segurando uma ponta. Depois, é só atirar o pião em direção ao chão, desenrolando o barbante de um impulso só. O brinquedo cai no chão rodopiando e assim permanece durante um bom tempo. Você pode ampará-lo com a mão, para que ele passe a girar sobre a palma ou mesmo sobre o seu dedo.
que a própria metrificação lhe empresta. A finalidade é entreter a criança, ensinando-lhe algo. No interior, aí pela noitinha, naquela hora conhecida como “boca da noite”, as mulheres costumam brincar com seus filhos ensinando-lhes parlendas, brinquedos e trava-línguas. Uma das mais comuns é a elas ensinam aos filhos apontando-lhes os dedinhos da mão – Minguinho, seu vizinho, pai de todos, fura bolo e mata piolho. Cascudo (Literatura Oral no Brasil , 1984 ) incluiu o trava - língua nos contos acumulativos , seguindo a classificação de Antti Aarne / Stith Thompson , com o que não concorda Almeida ( Manual de coleta folclórica , 1965 ) , dizendo que os trava-línguas muitas vezes não são estórias , mas jogos de palavras difíceis de serem pronunciadas. São antes brincadeiras . Todos os trava-línguas são propostos por fórmulas tradicionais, como : ''fale bem depressa ''; ''repita três vezes '' ; ''diga correndo '', e similares. O importante no trava-língua é que ele deve ser repetido de cor , várias vezes seguidas e tão depressa quanto possível . Lido, e devagar, perde a graça e a finalidade